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Tens de ter gosto pela bicicleta, estar preparado para pilotar ...uma Specialized S-Works 29er, queremos que preferencialmente já tenhas realizado provas por etapas e não podes ter medo de andar em single-tracks com ursos no teu encalço.
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ABSA CAPE EPIC - 6ª Etapa
Foto: Greg Beadle/Cape Epic/SportzPics
SETE FEITAS, UMA POR FAZER
E foi a esta velocidade que já se passaram sete dias em cima da bicicleta, o que em horas dá quase cerca de 39 horas e 30 minutos.
O dia de hoje, o penúltimo, tinha muita coisa pela frente.
Tinha 120 Kms, 2.700 mts de acumulado de subida, cerca de 3 kms a subir em areia e um final com quase 25 kms de singletracks.
Aqui é tudo assim, ou tudo de uma vez ou nada!
Acordamos com alguns problemas físicos, e a minha pulsação teimava em não subir, no arranque não conseguia passar das 125 pulsações. Nada mal para quem tinha de arrancar logo em subida durante os quinze primeiros kms. Mas felizmente que depois da descida e de rolarmos um pouco lá consegui levar o pulso até às 150 pulsações. Nada mal, tendo em conta o que já fiz ao corpo esta semana.
Depois lá fomos seguindo contando os Kms que passavam e os metros que íamos subindo.
Rolamos, subimos, descemos, fizemos uma subida quase toda em areia, chamam-lhe "a praia" e do ponto mais alto desta subida conseguimos ver o mar. Como não trazíamos calções de banho, seguimos caminho.
Foto: Greg Beadle/Cape Epic/SportzPics
E para o final lá vinham os singletracks. Admito que cheguei a enjoar. Quase 25 kms de trilho estreito, técnico, com árvores por todo o lado. Até seria bom se a etapa tivesse 40 kms. Mas após 90 kms numa etapa como a de hoje, não era de facto o final que eu queria.
Além do mais, quem me conhece sabe que não sou técnico e não me dou neste tipo de terreno. Se calhar é por não ver do olho esquerdo e ser uma lotaria a forma de me desviar das árvores desse lado. Mas não correu mal! Não bati, não cai e chegamos ao fim em pouco mais de 7h10m.
Agora venha a ultima etapa. Faltam 69 kms. Temos de ser controlados e levar as bicicletas até Lourensford, para sermos EPIC FINISHERS.
Ficam as classificações dos portugueses:
Aventura-Gislotica-Rocky Mountain - 59º Homens - 77º da Geral
Barcelos-Portugal - 95º Homens - 147º da Geral
MOVEFREE - 122º Homens - 198º da Geral
Até ao fecho desta post ainda não havia classificação das outras duplas portuguesas.
Amanhã não prometo que escreva porque a logística vai ser complicada.
Um abraço e pedalem muito
Nuno Filipe Machado (autor do texto)
Diogo Casado Vieira
TEAM MOVEFREE
ABSA CAPE EPIC - 5ª Etapa
"POR VEZES O MEU CORPO RECLAMA DO QUE EU O OBRIGO A FAZER, OUTRAS VEZES SOU EU QUE ME QUEIXO DO QUE ELE PERMITE QUE EU FAÇA"
Foto: Gary Perkin/Cape Epic/SportzPics
Estimados
Hoje concluímos a mais longa etapa do Absa Cape Epic de 2011.
Foram 143 kms entre Worcester e Oak Valey.
O dia foi correndo com os Kms a passarem bem mais rápido do que o normal, a etapa tinha um inicio muito rolante e, felizmente, com vento pelas costas.
Aproveitamos estas duas situações para fazer cerca de 30 km na primeira hora.
Depois começaram as subidas e claro que o ritmo teve de baixar.
Mas mesmo assim fomos avançando a bom ritmo, sempre a aproveitar o vento nas costas e ao km 80 conseguimos juntar-nos com a equipa de Barcelos com quem fomos até chegarmos ao sopé da ultima subida do dia.
Cerca de 20 Kms de subida onde fomos colocando o passo mais certo possível por entre a muita pedra que nos ia aparecendo por baixo das rodas.
E depois disto já nos restava levar as Epic S-Works até à meta. Cuidado com a descida
Foto: Sven Martin/Cape Epic/SportzPics
Depois desta descida um pouco perigosa ainda nos deliciamos com os últimos 5 kms todos feitos em singletrack, não técnico, mas com alguma condução à mistura. E no final lá estava o arco de meta em Oak Valey.
Agora é aproveitar para descansar porque o dia de amanhã promete muito. 119 kms com 2.700 mts de acumulado subida.
Antes das classificações dos portugueses tenho de vos falar de duas coisas que nos aumentam em muito o conforto durante as nossas longas jornadas.
1. Os equipamentos da COFIDES. Fabricados em Portugal estes equipamentos (que também são utilizados pela equipa da Aventura/Gislotica/Rocky Mouhttp://www.blogger.com/img/blank.gifntain) são de facto um dos factores para que possamos aguentar tanto em cima da bicicleta vejam em: www.cofides.com
2. O material da SNV. Esta marca nacional de componentes em CNC está também presente nas nossas bicicletas. Hoje destaco os BarEnd "Cornos" que são colocados na ponta do guiador e permitem posicionar as mão em vários locais. permitindo que as mãos descansem ou que consigamos uma posição mais aerodinamica na bicicleta. Podem ver em:
www.snvlight.com

E agora as classificações dos portugueses:
Aventura-Gislotica-Rocky Mountain - 67º Homens - 91º da Geral
Barcelos-Portugal - 99º Homens - 148º da Geral
MOVEFREE - 132º Homens - 213º da Geral
Mountain Bike BH - 24º Mistos - 325º da Geral
Brasil Soul - 130º Masters - 429º da Geral
Amanhã temos mais como tal
Um abraço e pedalem muito
Nuno Filipe Machado (autor do texto)
Diogo Casado Vieira
TEAM MOVEFREE
ABSA CAPE EPIC - 4ª Etapa
Pois a verdade é que ao 4º dia voltamos a fazer BTT!!!
Hoje o dia ia ser simples, com um contra-relógio e partidas a horas definidas, íamos ter tempo para descansar.
A nossa posição na classificação colocava-nos na grelha de partida apenas às 10h20m, o que nos dava tempo para dormir um pouco mais, e se tudo corresse bem deixava-nos de volta ao acampamento por volta das 12horas. Ou seja teríamos tarde livre.
Aproveitamos para fazer uma curta sessão de fotos à qual o líder da prova não ficou indiferente.
E para a posteridade aqui fica a nossa foto com o Christoph Sauser - líder da prova.

Voltando à etapa, era curta com 30 Kms e quase 800mts de acumulado de subida, quase todos até ao Km 17.
As paredes iniciais foram aparecendo à nossa frente, mas quase sempre deu para fazer montado. Algo que até nos parece estranho. Fazer subidas montado.
Os últimos 13 kms foram muito rápidos, trilho de jipe, com piso com alguma pedra pelo caminho mas com tendência de descida conseguimos atingir os 60 kms/h.
No final um curto singletrack com muitas viragens e mais uma meta cortada.
Depois um excelente almoço com os homens de Barcelos, era dia de recarregar com proteína. E por isso lá fomos a uma Stake House ver como estava o "fillet" e o "T-Bone".
Deixo as classificações dos portugueses:
Aventura-Gislotica-Rocky Mountain - 72º Homens - 101º da Geral
Barcelos-Portugal - 98º Homens - 145º da Geral
MOVEFREE - 138º Homens - 224º da Geral
Mountain Bike BH - 20º Mistos - 295º da Geral
Brasil Soul - 116º Masters - 398º da Geral
E amanhã lá teremos de ir fazer 143 kms na etapa mais longa do ABSA CAPE EPIC 2011
Um abraço e pedalem muito
Nuno Filipe Machado (autor do texto)
Diogo Cassdo Vieira
Pois a verdade é que ao 4º dia voltamos a fazer BTT!!!
Hoje o dia ia ser simples, com um contra-relógio e partidas a horas definidas, íamos ter tempo para descansar.
A nossa posição na classificação colocava-nos na grelha de partida apenas às 10h20m, o que nos dava tempo para dormir um pouco mais, e se tudo corresse bem deixava-nos de volta ao acampamento por volta das 12horas. Ou seja teríamos tarde livre.
Aproveitamos para fazer uma curta sessão de fotos à qual o líder da prova não ficou indiferente.
E para a posteridade aqui fica a nossa foto com o Christoph Sauser - líder da prova.
Voltando à etapa, era curta com 30 Kms e quase 800mts de acumulado de subida, quase todos até ao Km 17.
As paredes iniciais foram aparecendo à nossa frente, mas quase sempre deu para fazer montado. Algo que até nos parece estranho. Fazer subidas montado.
Os últimos 13 kms foram muito rápidos, trilho de jipe, com piso com alguma pedra pelo caminho mas com tendência de descida conseguimos atingir os 60 kms/h.
No final um curto singletrack com muitas viragens e mais uma meta cortada.
Depois um excelente almoço com os homens de Barcelos, era dia de recarregar com proteína. E por isso lá fomos a uma Stake House ver como estava o "fillet" e o "T-Bone".
Deixo as classificações dos portugueses:
Aventura-Gislotica-Rocky Mountain - 72º Homens - 101º da Geral
Barcelos-Portugal - 98º Homens - 145º da Geral
MOVEFREE - 138º Homens - 224º da Geral
Mountain Bike BH - 20º Mistos - 295º da Geral
Brasil Soul - 116º Masters - 398º da Geral
E amanhã lá teremos de ir fazer 143 kms na etapa mais longa do ABSA CAPE EPIC 2011
Um abraço e pedalem muito
Nuno Filipe Machado (autor do texto)
Diogo Cassdo Vieira
TEAM MOVEFREE
ABSA CAPE EPIC - 3ª Etapa
Foto: Greg Beadle/Cape Epic/SportzPics
Estimados
Hoje nem sei como começar.
Começo pelo mote que hoje me deram sobre o Absa Cape Epic:
- Concluir o Absa Cape Epic é 99% mental e 1% psicológico.
Isto porque a etapa de hoje tinha um gráfico bem fácil e embora tivesse 125 kms só era com 1.900 mts de acumulado de subida.
Mas claro que no terreno a realidade faz mudar qualquer gráfico de altimetria.
As palavras de Christoph Sauser (atleta do TEAM SONGO -Líder da Prova) reproduzem o que foi a etapa de hoje - "Foi de certeza a etapa mais dura que já fiz no ABSA CAPE EPIC."
Karl Platt (atleta do TEAM BULLS e 4 vezes vencedor do ABSA CAPE EPIC) escreveu no seu facebook que: " Dá a esta etapa a medalha de ouro ao dia mais estupido de BTT que já fez, e dá os parabéns a todos os amadores que conseguiram terminar a etapa."
A etapa conta-se de forma rápida:
10 kms iniciais muito rápidos, nós fizemos estes Kms com média de 34km/h. E depois disto começou o martírio.
Primeira subida do dia e lá voltamos ao muita pedra e a pé e isto até ao Km 20.
Depois até ao Km 77 tudo se resume a kms e kms de areia e pedra, e só depois disto é que foi possível fazer BTT.
Daqui até ao Km 125 foi um constante de subidas e descidas até ao final em Worcester.
E assim se fazia a história de 125 kms de uma mistura de BTT, praia e pedreira.
Parece curto o relato para um dia tão longo mas a verdade é que foi um dia sem nada de interessante.
Deixo no final as classificações dos Portugueses que venceram este desafio.
Aventura-Gislotica-Rocky Mountain - 75º Homens - 106º da Geral
Barcelos-Portugal - 99º Homens - 150º da Geral
MOVEFREE - 138º Homens - 225º da Geral
Mountain Bike BH - 20º Mistos - 289º da Geral
Brasil Soul - 117º Masters - 399º da Geral
E amanhã temos novo Contra Relógio. Vão ser 29 Kms com cerca de 800 mts de acumulado de subida.
E agora descanso
Um abraço e pedalem muito
Nuno Filipe Machado (autor do texto)
Diogo Casado Vieira
TEAM MOVEFREE
ABSA CAPE EPIC - 2ª Etapa
Estimados
Infelizmente hoje temos de começar com noticias menos boas.
A equipa onde se encontrava o campeão nacional de maratonas, Luís Leão, foi obrigada a abandonar a prova.
Desde o prólogo que o Roberto Heras vinha a apresentar sinais de doença que se tem vindo agravar ao longo dos dias de prova. Como campeão que é o Roberto nunca virou a cara à luta e arrancou hoje de novo, embora o seu estado estivesse pior do que ontem.
Mas a etapa de hoje não era nada fácil e uma ascensão de quase 1.000mts entre o Km 10 e o Km 18 deixam muita mossa em quem já está doente. E foi com grande espanto e tristeza que quando chegamos ao ponto de abastecimento 1 encontramos o Luís Leão e o Roberto Heras encostados. A doença do Roberto falou mais alto e este foi obrigado a abandonar. Este facto não tira em nenhum dos casos o mérito aos dois atletas, que são de facto dois campeões. Para terem uma ideia o nosso português chegou ao final da subida no grupo dos 6 primeiros.

Foto:Nick Muzik/Cape Epic/Sportzpics
No meu entender, vale pela experiência e serviu para que os "pros" vissem um pouco da fúria e da garra do nosso rei da selva - Luís Leão.
E agora seguindo muito rápido para a descrição da etapa ela é simples:
109 kms com 2.400 mts de acumulado de subida, para os mais curiosos informo que a temperatura mais alta foram 39º Cº tirados no meu guiador. Ou seja a meteorologia ideal para praticar BTT.
A primeira subida era de facto muito má de fazer, grande parte feita a pé e com uma ascensão de quase 1.000mts em pouco mais de 8 kms, subida técnica em "singletrack" e com muita pedra.
De resto a pedra foi outro dos motes da etapa de hoje, e quer o Brain quer a Future Shock se fartaram de trabalhar. Para os menos informados estas são as tecnologias que permitem as nossas suspensões e amortecedores estarem sempre bloqueados e que só abram quando levam pancadas de baixo. E hoje levaram muita pancada!

Foto:Greg Beadle/Cape Epic/SportzPics
E o final da etapa percorria os mesmos kms que fizemos no incio mas agora ao contrário. Ou seja lembram-se de vos falar da subida técnica feita a pé? POis no final tivemos de a descer e claro que decidimos ir montados. Nem imaginam a dor de braços e mãos.
Depois foi só levar as Epics até à linha de meta para concluir o 3º dia de prova.
Classificações
Aventura-Gislotica-Rocky Mountain - 73º Homens - 107º Geral
Barcelos Portugal - 101º Homens - 149º da Geral
MoveFree - 147º Homens - 239º da Geral
Mountain Bike BH - 22º Mistos - 308º da Geral
Brasil Soul - 108º Masters - 369º da Geral
E amanhã vai haver mais: 125 kms com 1.900mts de acumulado de subida
Um abraço e pedalem muito
Nuno Filipe Machado (autor do texto)
Diogo Casado Vieira
TEAM MOVEFREE
Infelizmente hoje temos de começar com noticias menos boas.
A equipa onde se encontrava o campeão nacional de maratonas, Luís Leão, foi obrigada a abandonar a prova.
Desde o prólogo que o Roberto Heras vinha a apresentar sinais de doença que se tem vindo agravar ao longo dos dias de prova. Como campeão que é o Roberto nunca virou a cara à luta e arrancou hoje de novo, embora o seu estado estivesse pior do que ontem.
Mas a etapa de hoje não era nada fácil e uma ascensão de quase 1.000mts entre o Km 10 e o Km 18 deixam muita mossa em quem já está doente. E foi com grande espanto e tristeza que quando chegamos ao ponto de abastecimento 1 encontramos o Luís Leão e o Roberto Heras encostados. A doença do Roberto falou mais alto e este foi obrigado a abandonar. Este facto não tira em nenhum dos casos o mérito aos dois atletas, que são de facto dois campeões. Para terem uma ideia o nosso português chegou ao final da subida no grupo dos 6 primeiros.
Foto:Nick Muzik/Cape Epic/Sportzpics
No meu entender, vale pela experiência e serviu para que os "pros" vissem um pouco da fúria e da garra do nosso rei da selva - Luís Leão.
E agora seguindo muito rápido para a descrição da etapa ela é simples:
109 kms com 2.400 mts de acumulado de subida, para os mais curiosos informo que a temperatura mais alta foram 39º Cº tirados no meu guiador. Ou seja a meteorologia ideal para praticar BTT.
A primeira subida era de facto muito má de fazer, grande parte feita a pé e com uma ascensão de quase 1.000mts em pouco mais de 8 kms, subida técnica em "singletrack" e com muita pedra.
De resto a pedra foi outro dos motes da etapa de hoje, e quer o Brain quer a Future Shock se fartaram de trabalhar. Para os menos informados estas são as tecnologias que permitem as nossas suspensões e amortecedores estarem sempre bloqueados e que só abram quando levam pancadas de baixo. E hoje levaram muita pancada!
Foto:Greg Beadle/Cape Epic/SportzPics
E o final da etapa percorria os mesmos kms que fizemos no incio mas agora ao contrário. Ou seja lembram-se de vos falar da subida técnica feita a pé? POis no final tivemos de a descer e claro que decidimos ir montados. Nem imaginam a dor de braços e mãos.
Depois foi só levar as Epics até à linha de meta para concluir o 3º dia de prova.
Classificações
Aventura-Gislotica-Rocky Mountain - 73º Homens - 107º Geral
Barcelos Portugal - 101º Homens - 149º da Geral
MoveFree - 147º Homens - 239º da Geral
Mountain Bike BH - 22º Mistos - 308º da Geral
Brasil Soul - 108º Masters - 369º da Geral
E amanhã vai haver mais: 125 kms com 1.900mts de acumulado de subida
Um abraço e pedalem muito
Nuno Filipe Machado (autor do texto)
Diogo Casado Vieira
TEAM MOVEFREE
ABSA CAPE EPIC - 1ª Etapa

A 1ª Etapa do Absa Cape Epic já está concluída para as equipas portuguesas em prova
O dia de hoje era simples e tinha apenas 89 kms. Nada mau para quem ainda vai ter pela frente etapas com 120 e mais de 140 kms.
Mas o prato principal de hoje era, apenas, 2000 metros de acumulado de subida em 55 kms. Nada mau para quem já tenha subida 1.300 mts ao 34 kms.
O dia começou com as partidas com um delay de 10 minutos entre grupos, uma vez que era preciso evitar o excesso de tráfego nas zona de singletrack. Que foram muitos e bons.
O começo era plano a permitir um bom aquecimento e aos 10 kms começa a primeira subida. Ups afinal os 1.300 de acumulado foram apenas em 24 kms.
Depois seguiram-se os singletracks, técnicos, muita curva, muita pedra e foi um bom dia para colocar à prova as vantagens de ter um suspensão total e ainda por cima a Specialized Epic S-Works.
Quem também teve trabalho extra foram os travões Shimano XTR que muitas vezes foram obrigados a parar no limite o nosso andamento. E hoje consegui não cair.
Mas isto aqui é tudo tão espectacular que até apetece cair pois de certeza que as quedas serão um espectáculo também.
Mais subidas ao longo do caminho, mais descidas técnicas. E quando o termómetro marcava 37º lá estávamos nós a fazer a ultima subida do dia, o 26x36 a funcionar em pleno.
Mais um descidão técnico com muita pedra e com um penhasco do lado esquerdo, nada bom para quem cair para o lado.
Outro dos desafios foram as subidas onde toda gente teve de desmontar, mesmo impossíveis - pelo menos para mim.
O final ia ser bastante mias rápido uma vez que nos 30 kms finais só subimos 200 metros. Também já merecíamos. E lá veio o Diogo a aguentar enquanto o meu joelho esquerdo voltava a dar sinais de que algo não ficou bem resolvido na lesão do ano passado.

E agora venham as 6 etapas que ainda faltam.
CLASSIFICAÇÕES DOS PORTUGUESES
Giant-Pacto-DS - 33º Homens - 37º da Geral - Acho que o Leão já partiu o Roberto todo
Aventura-Gislotica-Rocky Mountain - 84º Homens - 128º da Geral
Barcelos-Portugal - 104º Homens - 157º da Geral
MOVEFREE - 148º Homens - 249º da Geral
Mountain Bike BH - 17º Mistos - 261º da Geral
Brasil Soul - Segue em prova embora não tenha classificação - ninguém pára o Tandem do Mário Roma e do Belli Adauto.

Amanhã vai ser mais soft - 104 kms com 2300 mts de acumulado
Um abraço e pedalem muito
Nuno Filipe Machado (autor do texto)
Diogo Casado Vieira
TEAM MOVEFREE
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